A Prafesta atua no mercado de talheres, pratos, potes e embalagens há mais de 30 anos.
 

Instalada no Município de Mairiporã – SP, em uma área de mais de 20.000 m², dos quais 10.000 m² são de área construída, é reconhecida pelo seu empreendedorismo, qualidade de produtos e pela inovação, pois investe constantemente em equipamentos de última geração e em capacitação profissional, que permite oferecer soluções em utensílios plásticos para a satisfação do cliente e consumidor.

Com uma ampla linha de produtos e presença em todo território nacional, a Prafesta é vista pelos clientes e parceiros como uma excelente prestadora de serviço, que preza pela eficiência e agilidade do seu atendimento.

Somos feitos de histórias, para contar e para fazer parte!

 
Em mais de 30 anos de existência, a Prafesta trabalha com a missão de fazer parte dos momentos mais felizes das pessoas, levando conforto e praticidade.

Durante todo este tempo, evoluímos e nos tornamos uma das maiores referências de empresa de embalagens do país, agregando tecnologia, inovação, qualidade e variedade em nossa gama de produtos, para oferecer a melhor experiência aos nossos consumidores.

Visão

Ser líder do setor, reconhecida pela excelência de seus produtos e serviços, com desenvolvimento sustentável.

Valores

Clientes Satisfeitos
Pessoas Valorizadas
Integridade
Comprometimento
Atitude
Foco no Resultado

Missão

Oferecer produtos descartáveis  de alta qualidade e com inovação. Desenvolver parcerias com clientes, fornecedores e colaboradores, gerando valor ao acionista.

Certificações

Visando atender cada vez mais as expectativas dos nossos clientes e parceiros, a Prafesta conquistou a certificação ISO 9001 em 2016.

A ISO 9001 é aplicada em todas as atividades da empresa, desde o recebimento da matéria-prima até o envio da mercadoria aos clientes, o que permite um alto nível de confiabilidade em nossos produtos e serviços.

Nossos produtos são fabricados de acordo com as normas e legislação vigentes no país e alguns deles possuem obrigatoriedade de certificação pelo INMETRO.

A certificação dos produtos garante que os materiais utilizados nos processos de fabricação e as demais atividades, estejam de acordo com os requisitos das portarias do INMETRO 545/2012  e 453/2010.

A Prafesta contribui também com a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), Lei Federal nº 12.305/2010 criada em 2010 com o objetivo de reduzir a quantidade de resíduos sólidos.

Esta é uma das mais importantes legislações ambientais do Brasil.

O plástico é um material muito importante para o desenvolvimento sustentável brasileiro e, assim como a Plastivida, a Prafesta acredita na responsabilidade compartilhada, onde a cooperação é o melhor caminho para agirmos em prol do planeta.

Por isso, em 2019, nos associamos à Plastivida para articular e ativar uma rede de integração de produção, consumo e pós-consumo nas cadeias de plástico.

Perguntas e respostas:

A Prafesta oferece utensílios plásticos que ficam em contato direto com alimentos, logo há uma preocupação com os materiais utilizados em suas composições. Os reutilizáveis costumam apresentar um grau mais alto de contaminação. Por isso, optamos por produtos de serviço único – eles são desenvolvidos com o objetivo de diminuir a exposição a bactérias e outros organismos que transmitem doenças por meio dos alimentos. Além disso, nossos utensílios são feitos a partir de polipropileno, poliestireno biorientado (BOPS) e poliestireno, mais resistentes e que ajudam a causar menos danos à saúde e ao meio ambiente.

Segundo estudos desenvolvidos ao longo de anos e apresentados no artigo Utensil Sanitation: A Microbiological Study of Disposables and Reusables (Felix, Charles W., Chet Parrow, e Tanya Parrow, Journal of Environmental Health September-October 1990: 15), os utensílios plásticos de serviço único possuem um número muito menor de bactérias se comparados aos reutilizáveis, além de serem mais higiênicos e oferecerem mais segurança.

Os plásticos utilizados nas embalagens da Prafesta são polipropileno, poliestireno biorientado (BOPS) e poliestireno. Conheça as características de cada um:

  • Polipropileno (PP): É um polímero termoplástico, de baixa densidade, com alta resistência elétrica e mecânica, além de poder ser submetido a altas e baixas temperaturas – versátil, com equilíbrio entre propriedades. É utilizado em copos plásticos, potes conservadores, embalagens flexíveis, brinquedos, seringas, dentre muitos outros. Oferece baixo custo, resistência a impacto, boa estabilidade térmica, e etc.
  • Poliestireno (PS): Resina termoplástica, de alto impacto (usado para as embalagens plásticas) ou isopor. O de alto impacto é mais resistente, devido à adição de elastômero. Seus benefícios vão desde alta rigidez e resistência química a baixo custo e inodoro. Usado em potes para guardar comidas, pentes, bandejas para alimentos, dentre muitos outros.
  • Poliestireno biorientado (BOPS): Possui menor espessura e maior transparência e resistência. Isso proporciona, ao produto final, mais brilho e visibilidade.

A sociedade, a tecnologia e praticamente tudo ao nosso redor evolui constantemente. E a economia circular surgiu exatamente nesse contexto de mudanças – a ideia é transformar o jeito como as pessoas lidam com os insumos e resíduos, se diferenciando da produção linear adotada como padrão, em que o consumo é excessivo.

Neste caso, o foco é a inteligência da natureza e o que é produzido vira matéria-prima para outra coisa – não há resíduos e sim itens reprocessados e colocados novamente na cadeia de produção para originarem outros materiais. É uma mudança completa de sistema e do olhar para os produtos, como o plástico – que dá todas as aberturas para fazer parte dessa transformação social e ambiental, virando uma matéria-prima secundária. Com a economia circular, não é pensado apenas no consumo e destino final sem outra função, há um retorno desses insumos.

“O que se pretende, com este modelo, é a interligação da rede de negócios na transformação desses materiais. Assim, se certo componente de um produto não puder ser recolocado na produção da empresa que o fabricou, poderá ser transformado pelo seu fornecedor ou por terceiro que tenha interesse.” (A economia circular aplicada no Brasil: uma análise a partir dos instrumentos legais existentes para a logística reversa, Azevedo Juliana, p. 3)

As embalagens plásticas têm um papel importante na alimentação e na conservação dos alimentos: ao armazenar nessas embalagens, é possível evitar a contaminação da comida, em especial pelo tipo de plástico utilizado, aumentar o tempo de conservação (levando em consideração as particularidades de cada produto, como as frutas, que devem ser mantidas em ambientes frescos), o que diminui o desperdício – no mundo, são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

Já de acordo com a Plastics Europe, as embalagens plásticas ajudam a reduzir o desperdício em até 20%! Elas são essenciais no transporte dos alimentos, que ficam protegidos e podem ser consumidos em qualquer lugar.

No caso da Prafesta, que oferece utensílios com armazenamento no freezer (com uma barreira contra a perda da umidade) e micro-ondas, é possível guardar a comida por mais tempo, combatendo também o desperdício e incentivando o consumo sustentável. Além disso, esse plástico é desenvolvido para manter o sabor, a qualidade e os nutrientes naturais do alimento, o que colabora para manter uma alimentação saudável, mesmo com a correria do dia a dia.

Muito se fala sobre a importância da reciclagem dos materiais plásticos, mas, como é feito esse processo? O consumidor separa os produtos destinados à reciclagem e leva aos pontos de descarte (algumas cidades já contam com um sistema em que o morador coloca os produtos em uma sacola entregue previamente a eles, na porta de casa, e um responsável faz a coleta de porta em porta). Levados ao centro de triagem, os plásticos são separados de acordo com cada tipo de resina, recebendo uma numeração de identificação, como o polipropileno (PP), categorizado como número 5 (esse detalhe aparece nas embalagens, para facilitar).

O tipo de reciclagem mais adotada para plásticos pós-consumo é chamado de reciclagem mecânica:

“A transformação mecânica em novos materiais ou produtos, consiste em submeter os materiais plásticos a processos mecânicos, moldando-os fisicamente em uma forma diferente da original. Os materiais termoplásticos, como é o caso das embalagens plásticas primárias de alimentos, adequam-se vantajosamente ao processo, preservando, em grande parte, as propriedades físicas, químicas e mecânicas dos polímeros originais” (Considerações Sobre a Reciclagem de Embalagens Plásticas, Forlin J, Flávio, p. 4).

Primeiro, os produtos têm o tamanho reduzido em um moinho, depois os fragmentos são lavados, separados pela diferença de densidade e secos em grandes secadores, com circulação de ar quente. Por último, são submetidos a um processo de extrusão, resfriamento brusco que, depois de moídos e secados, originam o material reciclado. Esse produto final é vendido (como pequenos grânulos), à indústria de plásticos.

As embalagens de plástico seguem uma regulamentação que exige a identificação do tipo de material utilizado na produção. Para identificá-los, utiliza-se um dos selos abaixo: